Queen - Friends will be Friends
Feliz Dia do Amigo!
Os meus, sabem quem são...
(Via Esmeralda Sauma Galvão - http://www.facebook.com/profile.php?id=525476349)
Feliz Dia do Amigo!
Os meus, sabem quem são...
(Via Esmeralda Sauma Galvão - http://www.facebook.com/profile.php?id=525476349)
Muitos torcedores de Futebol no Brasil são incidentais, um numero expressivo é quase fanático. Isto é um fato.
Mas a cada quatro anos, ocorre este fenômeno de fervor "religioso" chamado Copa do Mundo. Pessoas nascidas e criadas dentro das arbitrárias frontreiras desta região do planeta, convencionalmente chamada de Brasil, vestem as cores do país, e mostram um ufanismo que não se vê em outra época. Todos são patriotas.Até aí, quem sou eu para criticar?Mas para-se de trabalhar, ou altera-se convenientemente o horário de trabalho, para que a maioria das pessoas possa assistir aos jogos. E aquele que por ventura não demonstra interesse na competição é olhado com estranheza e constantemente cobrado pela sua posição, tal qual os suspeitos de heresia, pela igreja de Roma de outrora.Imagino esta torcida criando sua prória inquisição qualquer dia desses.
Creio que sempre, de alguma forma persegui o "Vazio", a Não-Existência... Meu Passageiro, a única força (mesmo antes de tomar consciência dele) a me manter de alguma forma "vivo"... No final das contas, "vivo" acaba sendo um termo equivocado, o Passageiro apenas me ajudou a "sobreviver"... Viver, pelo que entendo é o que estou fazendo agora... Bem, sejamos corretos e justos: venho aprendendo a viver há tempos, mas apenas agora, estou compreendendo isso. Sou grato então, ao meu Passageiro que me ajudou a passar pelo Abismo, e que tem seu lugar na minha existência, pois é parte de mim. Olho adiante, e sigo, por vezes confuso, por vezes errando, mas disposto a continuar neste caminho em que me encontro, e a continuar... ...vivendo.
Não morri, não caí em uma singularidade, nem nada drástico... Mas, do post passado para cá, quase tudo na vida mudou, e para melhor! A casa nova ainda está em estado de fluxo, mas a família está bem acomodada. Estou trabalhando naquele órgão público, de olho em uma convocação de outro (quase os mesmos salário e benefícios, mas mais tranquilo em outros níveis). Meu PC continua tentando me irritar, mas eu acabo conseguindo domá-lo. Entre faculdade, trabalho e família não sobra muito tempo para internet, mas "estou de olho", dentro do possível... Mas tudo está perfeito? Não, isso não existe, mas estresses à parte, o plano é dar certo. E vai dar, certo? (I got faith, faith of the heart...)
...do post, e semana, passados.
...ao voltar a escrever aqui, que tudo estava bem, apesar dos pesares. Mas tá ph0d4 ! Vejamos:
Sinto meu corpo reclamar. O joelho, cuja dor é minha companheira há tanto tempo quanto consigo lembrar, mas agora também outros músculos, e também minhas costas. Será o Tempo avisando que breve cobrará seu tributo? Por vezes penso que desperdicei a juventude, que não vivi o que e o quanto poderia. Sinto que quando resolvo viver, já é tarde. Sinto a saudade apertar. Saudade de minha parceira, saudade de minha companheira. A falta das duas me dói. Elas estão cuidando de suas questões, assim como cuido das minhas. De uma, eu sabia (nós sabíamos) que a proximidade constante seria passageira, mas o que o intelecto sabe, não reduz o que o coração irá sentir. Da outra, nunca pensei que haveria proximidade, mas agora não consigo ficar bem sem. Sinto a solidão aqui. Sozinho, comigo mesmo. A mente divaga. Faço o que devo fazer, e um pouco do que quero fazer. Sinto sono mas não quero dormir. Ou nem sinto sono, apenas cansaço. Estou aqui, processando as últimas notícias, tentando entender. E sem ainda saber o que fazer.
Hamlet: Ato III – Cena I (Solilóquio de Hamlet)
“Ser ou não ser - eis a questão. Será mais nobre sofrer na alma Pedradas e flechadas do destino feroz Ou pegar em armas contra o mar de angústias – E combatendo-o, dar-lhe fim? Morrer; dormir; Só isso. E com o sono – dizem – extinguir Dores do coração e as mil mazelas naturais A que a carne é sujeita; eis uma consumação Ardentemente desejável. Morrer – dormir – Dormir! Talvez sonhar. Aí está o obstáculo! Os sonhos que hão de vir no sono da morte Quando tivermos escapado ao tumulto vital Nos obrigam a hesitar: e é essa reflexão Que dá à desventura uma vida tão longa. Pois quem suportaria o açoite e os insultos do mundo, A afronta do opressor, o desdém do orgulhoso, As pontadas do amor humilhado, as delongas da lei, A prepotência do mando, e o achincalhe Que o mérito paciente recebe dos inúteis, Podendo, ele próprio, encontrar seu repouso Com um simples punhal? Quem agüentaria os fardos, Gemendo e suando numa vida servil, Senão, porque o terror de alguma coisa após a morte – O país não descoberto, de cujos confins Jamais voltou nenhum viajante – nos confunde a vontade, Nos faz preferir e suportar os males que já temos, A fugirmos pra outros que desconhecemos? ...”
(Via minha amiga, a "Hopeless romantic" @lidicastro, via FFFFOUND!)
Como eu não teria escrito melhor (até porque não exerço a profissão, nem tenho a formação - tentei - embora tenha certa vocação), segue a "voz" de Ana Freitas:
Na quarta-feira o STF votou, por 8 a 1 (uhú!), o fim da obrigatoriedade de diploma de jornalismo para exercer a profissão. Eu trabalho numa redação, uma das maiores do país, e sinceramente não vi ninguém chorando por lá. Mas no Twitter eu vi. Ah, como vi gente se lamentando. “Ai, porque é um absurdo”. “Ai, porque isso é desvalorização da educação no país”. “Ai, porque agora qualquer um pode ser jornalista…” Aaaahh, a tradicional arrogância da classe. A maior prova dela é uma porção de gente ter se ofendido com a comparação do ministro de jornalista com cozinheiro. Gente escrota. Desde quando ser jornalista é melhor do que ser cozinheiro? Quem devia se ofender é o cozinheiro, po. Amigo que não é jornalista, tem algumas coisas que você precisa saber. A primeira delas é que o mercado de jornalistas está repleto de gente que exerce a profissão de maneira formidável e não é formado, desde muito tempo. A segunda é que a faculdade de jornalismo no Brasil forma pequenos especialistas em grandes generalidades com vagas noções de técnicas de redação. A terceira é que… sei lá, não tem terceira. Sou jornalista, não sei contar.Continue lendo (Via Olhômetro)