Queen - Friends will be Friends

Feliz Dia do Amigo!

Os meus, sabem quem são...

(Via Esmeralda Sauma Galvão - http://www.facebook.com/profile.php?id=525476349)

Posted July 20, 2010

A Religião da Copa

Muitos torcedores de Futebol no Brasil são incidentais, um numero expressivo é quase fanático. Isto é um fato.

Mas a cada quatro anos, ocorre este fenômeno de fervor "religioso" chamado Copa do Mundo. Pessoas nascidas e criadas dentro das arbitrárias frontreiras desta região do planeta, convencionalmente chamada de Brasil, vestem as cores do país, e mostram um ufanismo que não se vê em outra época. Todos são patriotas.

Até aí, quem sou eu para criticar?

Mas para-se de trabalhar, ou altera-se convenientemente o horário de trabalho, para que a maioria das pessoas possa assistir aos jogos. E aquele que por ventura não demonstra interesse na competição é olhado com estranheza e constantemente cobrado pela sua posição, tal qual os suspeitos de heresia, pela igreja de Roma de outrora.

Imagino esta torcida criando sua prória inquisição qualquer dia desses.
Se acontecer, serei queimado na fogueira com certeza.

Fundamentalismo é ruim em qualquer religião, mas quando o assunto é algo fútil como futebol, torna-se insuportável.

O pior na Religião da Copa é que a torcida é por profissionais muito bem remunerados.

Pergunto: alguém aí torce para algum outro tipo de profissional, fora do esporte?

Faria sentido torcer para que os funcionários (a "Seleção") do banco onde você tem conta, batam as metas e o banco em questão "ganhe a disputa" contra outros bancos concorrentes?

Posted June 25, 2010

Tudo o Que Você Precisa Saber Sobre Doctor Who

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[Texto original do io9, traduzido e adaptado por mim.]

Doctor Who é o programa de maior audiência (N.T.: em inglês) na América da história da BBC (Inglaterra), e o alienígena viajante do Tempo é um ícone tal que as pessoas estão pedindo que ele seja o novo padroeiro Grã-Bretanha (N.T.: em inglês). Mas sobre o que é realmente Doctor Who? Como você pode apreciar a série? Pode parecer assustador quando se ouve que Doctor Who está se aproximando de seu 50º aniversário em poucos anos. É uma saga longa, extensa, com personagens e criaturas que aparecem repetidas vezes. Como você pode, eventualmente entender o que está acontecendo, sem assistir os episódios clássicos como "Rider From Shang-Tu," "The Snows Of Terror," "The Day Of Armageddon" e "Horse Of Destruction"? (Estes são todos títulos individuais de episódios iniciais da série.)
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A boa notícia é que Doctor Who tem um formato muito simples e, normalmente, mantém os elementos da história pregressa (os "bastidores") em fora de vista. A outra boa notícia é que, quando a séria foi relançada em 2005, foi um "corte limpo", assim você pode simplesmente começar a acompanhar com os primeiros episódios da "Primeira Série", estrelada por Christopher Eccleston. Você pode até mesmo começar do zero, com os primeiros episódios da atual temporada, protagonizada por Matt Smith - que tem apenas um episódio exibido nos E.U.A. no momento da publicação deste artigo (21/04/2010). Assim que você assistir a série atual, se quiser começar a mergulhar na série "clássica", transmitida pela BBC de 1963 a 1989, é bastante fácil também. Aqui está o guia completo do io9 para começar com Doctor Who clássico para as pessoas que foram assistir a nova série (N.T.: em inglês). Dito isto, Doctor Who conta com um universo rico e um monte de características peculiares foram adicionadas ao longo dos anos. Se você quiser aproveitar mais do seriado, é útil saber um pouco mais sobre o que está acontecendo neste universo. Então este é o guia completo io9 da série para iniciantes (e os fãs curiosos).
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1. É sobre um homem em uma máquina do tempo.

Na sua forma mais elementar, Doctor Who é uma história que está sendo contada há bem mais de 50 anos. O Doutor viaja em uma máquina do tempo, assim como o viajante da história de H.G. Wells ("A Máquina do Tempo"). As principais diferenças são: o Doutor é alienígena, e sua máquina do tempo também viaja pelo espaço. (A máquina é o chamado TARDIS, que significa "Time And Relative Dimensions In Space" - Tempo e Dimensões Relativas no Espaço). A máquina do tempo do Doutor aparece na forma de uma cabine de telefone da polícia, o que seria uma visão comum na Londres dos anos 1960. A ideia era que algo totalmente normal e cotidiano pudesse estar repleto de maravilhas — mas a série existe há tanto tempo que essas cabines não são mais comuns, e inclusive a polícia perdeu os direitos de imagem (N.T.: em inglês) das cabines para a BBC. De acordo com a tradição da série, o TARDIS deveria mudar sua aparência para se misturar com os seus arredores, mas a TARDIS do Doutor ficou presa na forma de uma cabine telefônica de Polícia. O Doutor reparou esse recurso em certo momento, mas deixou de funcionar novamente.
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Porque o interior de uma cabine policial real é muito apertado, o TARDIS é realmente muito maior por dentro do que por fora - a versão atual é quase palaciana, na verdade. O interior do TARDIS é freqüentemente retratado como uma espécie de labirinto. A relação entre o interior e o exterior do TARDIS é realmente muito complicada, e muda muito de história para história. O exterior do TARDIS é frequentemente referido como uma "casca", e isso implicava que ele é apenas um tipo de projeção em nosso universo a partir do vortice de espaço/tempo nulo onde o interior do TARDIS existe. Assim, em teoria, o exterior TARDIS é "indestrutível" - exceto quando a história pede que seja vulnerável a ataques. Além disso, nada pode entrar na TARDIS exceto usando a chave especial do Doutor (A menos que a história exige o contrário). Como o TARDIS viaja também é um pouco inconsistente. Às vezes, parece que o TARDIS se move através do "vortice tempo/espaço", fora do espaço normal. É assim que a TARDIS pode desaparecer em Londres do século 19 e reaparecer, momentos depois, em no século 29 em Alpha Centauri. Mas em outros momentos, a TARDIS parece estar "voando" pelo espaço. Talvez faça os dois. A principal coisa a saber sobre a TARDIS é que pode desaparecer em um tempo e lugar, e reaparecer em outro, e seu interior parece não estar no mundo "real".
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O TARDIS também tem habilidades mágicas, além de sua capacidade de saltar no tempo e no espaço. O Doutor freqüentemente afirma que a TARDIS está "viva", e parece ter se regenerado como um organismo vivo no primeiro episódio com Matt Smith. O TARDIS comunica-se telepaticamente com o Doutor e sua tendência para chegar a algum lugar/tempo justo quando as "bolhas verdes" estão prestes a bater no ventilador, parece vir em parte do desejo da TARDIS em dar-lhe aventuras interessantes. O TARDIS também permite que ao Doutor e seus companheiros falar a língua de onde quer que estejam - a menos que o Doutor esteja desacordado. E alguns tipos de armamentos não funcionam dentro da TARDIS. O Doutor freqüentemente afirma não ter lido o manual de instruções da TARDIS, e é sugerido que há muito ele não sabe sobre ela. Ela é também um modelo ultrapassado, uma "Capsula de Viagem Tipo 40", e provavelmente deveria ter sido jogada fora há muito tempo. O Doutor roubou a TARDIS de seu planeta natal (mais sobre isso, abaixo), aparentemente quando ela estava sendo reparada - um trabalho que o Doutor, desde então, tenta completar, com resultados dúbios.
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2. O Doutor está obcecado com a Terra, e sequestra Terráqueos.

Na verdade, quando encontramos o Doutor pela primeira vez, ele não parece gostar muito da Terra. Ele está preso em Londres, década de 1960 porque a sua máquina do tempo quebrou. Por uma estranha coincidência, o Doutor parece um de nós, apesar de ser do planeta Gallifrey. Enquanto ele está preso na Terra, ele matricula sua neta, Susan, em uma escola da Terra, mas isso atrai o tipo errado de atenção dos terráqueos curiosos. (E sim, tanto quanto sabemos, ela realmente é sua neta). Dois professores da escola de Susan decidem investigá-la, e acabam vendo o interior do TARDIS. O Doutor decide que não pode correr o risco deles contarem a alguém sobre sua máquina do tempo, e então seqüestra os dois professores, Ian e Barbara. (Ele é um tanto psicótico e paranóico nos primeiros episódios). Mas logo, o Doutor se sente mal por sequestrar os dois professores, e tenta levá-los de volta para casa. Mas como ele não pode controlar totalmente sua máquina do tempo, ele acaba visitando a Terra em seu passado e futuro, mas nunca atingindo a década de 1960 em Londres novamente. Algo sobre essas visitas repetidas à Terra deve ter um profundo impacto sobre o Doutor, porque ele se torna obcecado com o lugar. Mesmo depois que ele consegue mandar os dois professores de volta pra casa, ele continua a visitar a Terra o tempo todo, e começa a convidar outras pessoas a viajar com ele (Ou em alguns casos, eles se "convidam" a viajar com ele). Algumas dessas relações parecem muito casuais, compostas de um punhado de aventuras juntos, mas outras se tornam muito intensas, com o Doutor e seu companheiro de viagem aprendendo muito um com o outro. Eles são geralmente do sexo feminino, mas já foram do sexo masculino, ou robôs. Alguns deles também foram alienígenas, com aparência humana, e em um caso o Doutor viajou com um outro membro de sua própria raça. Recentemente conhecemos uma mulher, chamada River Song, que parece ter vivido um monte de aventuras com o Doutor. Mas, devido aos caprichos da viagem no tempo, ele mesmo não as experimentou ainda. Quanto mais tempo o Doutor passa na Terra, mais ele molda a história do nosso planeta. Até agora, máquinas de guerra alienígenas deveriam ter esmagado o nosso mundo centenas de vezes, no passado distante, assim como na história recente. O Doutor não vai mudar quem venceu a Batalha de Hastings, mas ele fica muito feliz em evitar que um raça de guerreiros clonados com cabeça de batata cozinhem todo o planeta. Como ele diz em "The Eleventh Hour", ele colocou um monte de esforço neste planeta. Tanto assim que, quando sua própria raça necessitou de um lugar para exilá-lo anos, para puni-lo por sua arrogância, eles escolheram a Terra.
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Ele também se tornou tão indispensável em tempos de crise, que é bem conhecido dos governos do mundo. E ele tem uma relação duradoura com uma força paramilitar das Nações Unidas com jurisdição sobre alienígenas chamada UNIT, com quem trabalhou por mais ou menos em tempo integral, em certa época. O governo britânico também criou uma organização secreta chamada Torchwood, em parte para lidar com a ameaça alienígena, e em parte para registrar as atividades do Doutor. Então, o Doutor passou de um visitante relutante, a ter o nosso mundo como o seu planeta favorito. E, muitas vezes, parece que ele tem alguma razão, que não sentimentalismo, para manter a Terra a salvo. Algo a ver com o nosso papel no futuro do universo, que ele quer proteger.
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3. Os membros do povo do Doutor eram corruptos

Quanto mais o Doutor gosta da Terra, mais nós aprendemos que não há muito a gostar da sua própria raça, os Senhores do Tempo. Durante os primeiros seis anos da série, não sabemos muito sobre os antecedentes do doutor, exceto que ele estava fugindo do seu próprio povo. Desde então, aprendemos mais, mas muito do que aprendemos é um pouco contraditório. Isto é o que você pode entender se estudar todos os episódios de TV (Esqueça os livros impressos e áudiolivros - eles vão confundir ainda mais). O Doutor vem de uma antiga raça de Gallifreyanos, que descobriu a habilidade de controlar o próprio tempo, graças a duas pessoas: Omega, um engenheiro "estelar" que detonou uma estrela como uma fonte de energia, e Rassilon, que aprendeu a aproveitar o poder de um buraco negro. Omega ficou preso no universo anti-matéria, como resultado de seus experimentos, mas Rassilon sobreviveu e para se tornar o fundador da sociedade dos Senhores do Tempo.
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No início, os Senhores do Tempo eram arrogantes e brincavam com outras espécies, tentando remodelar o universo ao seu gosto. Eles interferiam em toda parte, e sequestravam membros de outras espécies para participar em jogos de gladiadores, para sua diversão. E então eles se arrependeram, decidindo apenas observar o universo e nunca interferir. O Doutor achou esta política muito chata e, assim, decidiu roubar uma de suas máquinas do tempo e assumir um papel mais ativo no universo. Alguns outros Senhores do Tempo decidiram deixar Gallifrey e viver em outros lugars, incluindo a Terra - e alguns, como o antigo amigo do Doutor, o Mestre, viraram para o mal, decidindo subverter/conquistar o universo. Entretanto, parece que um grupo influente de Senhores do Tempo também discordou da política de  não-intervenção, e começou a usar o Doutor como seu agente oficial/bode expiatório (Há até piadas sobre uma organização secreta dos Senhores do Tempo chamada de Celestial Intervention Agency, ou CIA, enviando o Doutor em missões). Quanto mais os senhores do tempo exerciam poder absoluto sobre o universo, mais corruptos ficavam, até que estivessem usando planetas inteiros por razões mesquinhas. O Doutor se manteve rebelado contra seu próprio povo, repetidamente, até que os Senhores do Tempo começaram uma grande guerra contra as máquinas de guerra definitivas, os Daleks. (Mais sobre eles abaixo). E algo nesta guerra ampliou o desejo de poder e a maldade dos Senhores do Tempo. Eles se tornaram tão monstruosos quanto as criaturas com quem eles estavam lutando. Conduzidos, aparentemente, por seu fundador, Rassilon, os Senhores do Tempo criaram um esquema para destruir todo o universo e ascender, tornando-se seres de pura energia fora da criação. O Doutor destruiu sua própria raça e os Daleks, ao mesmo tempo, em um enorme conflito no final do da Guerra do Tempo. E esse evento foi travado no tempo, para que nada, nem ninguém possa fugir. Os Senhores do Tempo tentaram, certa vez, sem sucesso. Quanto aos Daleks, bem, eles tiveram melhor sorte.
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4. O Doutor enfrenta pós-humanos e raças bélicas.

Os adversários mais duradouros do Doutor, os Daleks e os Cybermen, são ciborgues pós-humanos. No caso dos Daleks, eles também são máquinas de guerra, e claramente referências aos nazistas. Os Daleks começaram como uma raça humanóide chamada Kaleds, que manteve por milhares de anos uma guerra total contra uma outra raça humanóide, os Thals. Os Kaleds acreditavam ser a raça superior, e não queriam nada menos, do que erradicar a espécie dos Thals da face de seu planeta natal, Skaro. As armas nucleares e biológicas utilizadas na guerra causou a mutação dos Kaleds em hediondas bolhas verdes, um processo que seu principal cientista, Davros acelerou, para ver até onde iria. Estas mutações podem viver apenas dentro da armadura de metal, que protege e ajuda em sua busca para acabar com todas as formas inferiores de vida do universo (Ou seja, todas as outras formas de vida). E os racistas, xenófobos Daleks são frequentemente retratados usando imagens inspiradas pelo nazismo. Os Daleks são basicamente super-tanques com pequenos monstros verdes dentro - mas algo sobre seu ódio implacável contra quem não é Dalek torna-os implacáveis, incontroláveis. Os Senhores do Tempo só decidiram desafiar os Daleks depois que vislumbraram um possível futuro em que os Daleks venceram, conseguindo erradicar todas as outras criaturas.
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Os Cybermen, entretanto, começaram como seres humanos reais, não apenas humanóides. (Eles são, ou de uma Terra alternativa, ou de um planeta gêmeo da Terra. Não importa qual). São um conto de advertência sobre o perigo de abandonar a humanidade - eles começaram apenas substituindo órgãos internos e membros por metal e plástico, mas ao longo do tempo, substituíram a maior parte de seus corpos e cérebros com peças artificiais. Ao longo do tempo,  abandonaram as emoções humanas em troca da lógica (mais ou menos) pura. Diferente dos Daleks, eles não são cheios de ódio nem são malévolos, apenas cruéis. E um monte de outros pesadelos que o Doutor enfrentou ao longo dos anos envolveram pessoas perdendo a sua humanidade e tornando-se total ou parcialmente alienígenas, ou parte máquina, ou algo menos do que totalmente humanos. Uma boa parte das outras ameaças recorrentes são guerreiros, de uma forma ou de outra. Os Sontarans são uma raça de guerreiros clonados que são obcecados com a guerra, que tem lutando a mesma guerra há milhares de anos. Os Guerreiros de Gelo são uma raça nobre de guerreiros lagartos (como o nome sugere) que vem de Marte ou passa muito tempo por lá (E gostam de frio). Existem também os Silurianos e Sea Devils, uma raça de répteis que viveram durante a era dos dinossauros, mas em seguida, colocaram-se em animação suspensa sob a superfície da Terra, esperando que o planeta se torne habitável novamente. Desde que a série retornou, novos monstros foram introduzidos. Há os Slitheen, que são basicamente grandes bebês malignos que podem se esconder dentro de seres humanos - mas somente se os seres humanos são gordos, e mesmo assim há um monte de peidos envolvidos no processo. Ah, e os Slitheen são golpistas e capitalistas. E ainda há os Weeping Angels, que parecem ser estátuas de pedra, mas eles podem se mover quando você não está olhando. E eles podem enviá-lo através do tempo, no passado, alimentando-se de toda a energia potencial da vida você não vai ter, como resultado. Há também os Judoon, que são basicamente, policiais estúpidos e muito literais, que têm uma tendência a tomar medidas extremas, na busca da justiça. E os Ood, uma raça de telepatas que têm um cérebro interno e outro externo - e que foram mutilados e mantidos como escravos pela raça humana no futuro. A Wikipédia tem uma lista enorme de criaturas e alienígenas aqui (N.T.: em inglês).
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5. Outras coisas que podem vir a calhar saber.

O Doutor tem a capacidade de "regenerar" o seu corpo ao invés de morrer. (Isto foi desenvolvido como uma maneira de mudar ator principal do show, quando o astro original, William Hartnell, saiu em 1966). O Doutor pode "morrer" e renascer com uma nova aparência, até 12 vezes. Então, ele tem mais dois corpos apenas, depois da sua encarnação atual. O Doutor também tem dois corações e um "sistema de derivação respiratória" que podem lhe permitir sobreviver sem respirar. Ele também pode hipnotizar outras pessoas para sobreviver sem respirar, mas só fez isso apenas uma vez. O Doutor é um pouco excêntrico, e muitas vezes age como se não soubesse bem como se comportar entre os terráqueos de hoje. O Doutor é muito obcecado com "gadgets", entre eles sua chave de fenda sônica, que pode fazer quase qualquer coisa que a história exige. Ele também às vezes carrega "papel psíquico", que pode ser semelhante a qualquer tipo de credenciais que ele possa necessitar. E ele já construiu máquinas sofisticadamente insanas com uma rolha de vinho e alguns pedaços de corda, vez ou outra. O Doutor está muito integrado em sua identidade como um cientista, embora ele tenha recebido notas baixas na Academia dos Senhores do Tempo. Ele não é muito paciente com a estupidez e crueldade. Seu estilo habitual alegre e brincalhão muda quando ele é confrontado com grandes injustiças, quando ele revela um temperamento duro e selvagem.

Vivendo

Creio que sempre, de alguma forma persegui o "Vazio", a Não-Existência... Meu Passageiro, a única força (mesmo antes de tomar consciência dele) a me manter de alguma forma "vivo"... No final das contas, "vivo" acaba sendo um termo equivocado, o Passageiro apenas me ajudou a "sobreviver"... Viver, pelo que entendo é o que estou fazendo agora... Bem, sejamos corretos e justos: venho aprendendo a viver há tempos, mas apenas agora, estou compreendendo isso. Sou grato então, ao meu Passageiro que me ajudou a passar pelo Abismo, e que tem seu lugar na minha existência, pois é parte de mim. Olho adiante, e sigo, por vezes confuso, por vezes errando, mas disposto a continuar neste caminho em que me encontro, e a continuar... ...vivendo.

From Beyond

Não morri, não caí em uma singularidade, nem nada drástico... Mas, do post passado para cá, quase tudo na vida mudou, e para melhor! A casa nova ainda está em estado de fluxo, mas a família está bem acomodada. Estou trabalhando naquele órgão público, de olho em uma convocação de outro (quase os mesmos salário e benefícios, mas mais tranquilo em outros níveis). Meu PC continua tentando me irritar, mas eu acabo conseguindo domá-lo. Entre faculdade, trabalho e família não sobra muito tempo para internet, mas "estou de olho", dentro do possível... Mas tudo está perfeito? Não, isso não existe, mas estresses à parte, o plano é dar certo. E vai dar, certo? (I got faith, faith of the heart...)

***

Quem me conhece sabe que, apesar da preferência por Blues e Rock, sou bem eclético em termos de música. Por algum motivo, tenho ouvido bastante isso aqui: [Nota: o pessoal da antiga informado, vai lembrar que essa música, Sou o Estopim (de Antônio Barros), foi tema de Marcina (Sônia Braga) na novela Saramandaia, de 1976 - Globo] [youtube]http://www.youtube.com/watch?v=-i3RKL8zz60[/youtube]

Contraponto...

...do post, e semana, passados.

  • Salário: continua atrasado e parcelado;
  • Concursos públicos: o órgão mais próximo de convocar, me convocou para o admissional, mesmo na época da greve anual;
  • Opções de emprego alternativo: continuam nulas no momento, mas graças ao item anterior, a importância disso também é quase nula;
  • PC: um dos discos rígidos indo pro catso (backup possível) e levando o computador junto (resolvido);
  • Casa nova: Não sai, muito dinheiro gasto e horas/aula perdidas aparentemente à toa Saiu! Falta pintar e daí mudar.
Pois é, o 6º Lee não se deixou abater e as coisas estão encaminhadas... ^_^

Eu pretendia dizer...

...ao voltar a escrever aqui, que tudo estava bem, apesar dos pesares. Mas tá ph0d4 ! Vejamos:

  • Salário: atrasado e parcelado;
  • Concursos públicos: o órgão mais próximo (na cara do gol) de convocar está na época da greve anual;
  • Opções de emprego alternativo: nulas no momento;
  • PC: um dos discos rígidos indo pro catso e levando o computador junto;
  • Casa nova: Não sai, muito dinheiro gasto e horas/aula perdidas aparentemente à toa.
Se tem coisas boas? Claro. Se compensam as ruins? Não entro neste mérito, mas digo que me motivam a continuar... Que coisas? Meu relacionamento e minha nova experiência em Curso Superior (nesta ordem). OK, desabafo feito, voltamos a programação normal. Afinal, sou o 6º Lee e esta versão não se abate fácil e sempre acha um jeito... ^_^

Corpo, saudade, solidão...

Sinto meu corpo reclamar. O joelho, cuja dor é minha companheira há tanto tempo quanto consigo lembrar, mas agora também outros músculos, e também minhas costas. Será o Tempo avisando que breve cobrará seu tributo? Por vezes penso que desperdicei a juventude, que não vivi o que e o quanto poderia. Sinto que quando resolvo viver, já é tarde. Sinto a saudade apertar. Saudade de minha parceira, saudade de minha companheira. A falta das duas me dói. Elas estão cuidando de suas questões, assim como cuido das minhas. De uma, eu sabia (nós sabíamos) que a proximidade constante seria passageira, mas o que o intelecto sabe, não reduz o que o coração irá sentir. Da outra, nunca pensei que haveria proximidade, mas agora não consigo ficar bem sem. Sinto a solidão aqui. Sozinho, comigo mesmo. A mente divaga. Faço o que devo fazer, e um pouco do que quero fazer. Sinto sono mas não quero dormir. Ou nem sinto sono, apenas cansaço. Estou aqui, processando as últimas notícias, tentando entender. E sem ainda saber o que fazer.

***

Hamlet: Ato III – Cena I (Solilóquio de Hamlet)

“Ser ou não ser - eis a questão. Será mais nobre sofrer na alma Pedradas e flechadas do destino feroz Ou pegar em armas contra o mar de angústias – E combatendo-o, dar-lhe fim? Morrer; dormir; Só isso. E com o sono – dizem – extinguir Dores do coração e as mil mazelas naturais A que a carne é sujeita; eis uma consumação Ardentemente desejável. Morrer – dormir – Dormir! Talvez sonhar. Aí está o obstáculo! Os sonhos que hão de vir no sono da morte Quando tivermos escapado ao tumulto vital Nos obrigam a hesitar: e é essa reflexão Que dá à desventura uma vida tão longa. Pois quem suportaria o açoite e os insultos do mundo, A afronta do opressor, o desdém do orgulhoso, As pontadas do amor humilhado, as delongas da lei, A prepotência do mando, e o achincalhe Que o mérito paciente recebe dos inúteis, Podendo, ele próprio, encontrar seu repouso Com um simples punhal? Quem agüentaria os fardos, Gemendo e suando numa vida servil, Senão, porque o terror de alguma coisa após a morte – O país não descoberto, de cujos confins Jamais voltou nenhum viajante – nos confunde a vontade, Nos faz preferir e suportar os males que já temos, A fugirmos pra outros que desconhecemos? ...”

Posted June 27, 2009

Profissão: Jornalismo [Citação]

Como eu não teria escrito melhor (até porque não exerço a profissão, nem tenho a formação - tentei - embora tenha certa vocação), segue a "voz" de Ana Freitas:

Na quarta-feira o STF votou, por 8 a 1 (uhú!), o fim da obrigatoriedade de diploma de jornalismo para exercer a profissão. Eu trabalho numa redação, uma das maiores do país, e sinceramente não vi ninguém chorando por lá. Mas no Twitter eu vi. Ah, como vi gente se lamentando. “Ai, porque é um absurdo”. “Ai, porque isso é desvalorização da educação no país”. “Ai, porque agora qualquer um pode ser jornalista…” Aaaahh, a tradicional arrogância da classe. A maior prova dela é uma porção de gente ter se ofendido com a comparação do ministro de jornalista com cozinheiro. Gente escrota. Desde quando ser jornalista é melhor do que ser cozinheiro? Quem devia se ofender é o cozinheiro, po. Amigo que não é jornalista, tem algumas coisas que você precisa saber. A primeira delas é que o mercado de jornalistas está repleto de gente que exerce a profissão de maneira formidável e não é formado, desde muito tempo. A segunda é que a faculdade de jornalismo no Brasil forma pequenos especialistas em grandes generalidades com vagas noções de técnicas de redação. A terceira é que… sei lá, não tem terceira. Sou jornalista, não sei contar.
Continue lendo (Via Olhômetro)

Posted June 18, 2009